Eu não agüento – tenho que voltar em um assunto, tipo, uma praga. O educador mineiro Cláudio Moura Castro escreveu um artigo em uma revista nacional, outro dia, intulado “Os Meninos-Lobo” onde ele diz o seguinte – de forma resumida, claro – a juventude fala mal, portanto, lê mal, entende mal e, por conseguinte, não aprende nada. É o caso deste vício de linguagem, o “tipo” isso, ou “tipo” aquilo.
Será que as pessoas não entendem que o “tipo” substitui a formação de frases, a composição da linguagem? E, quando substitui, impede o raciocínio, dificulta o entendimento? Com escreveu o Cláudio, “o aprendizado mais importante se dá no manejo da língua. É ler com fluência e entender o que está escrito. É expressar-se por escrito com precisão e elegância. É transitar na relação rigorosa entre palavras e significados”. Por favor, me ajudem: quando alguém falar com você “tipo isso”, diga que este carro, da Fiat, já saiu de linha?