Ei, você que está ouvindo esta crônica no carro, em casa, no escritório…. Vá agora na primeira livraria que você encontrar, ou entre na internet e compre “O livro das citações”, do bom mineiro/paulista Eduardo Giannetti, que era da fonseca e não é mais. Edu é um economista brilhante, filho da divina poetisa Yone Giannetti Fonseca, autora de “Cristal carvão”. Escreveu “Vícios privados, benefícios públicos” e depois, caminhou para filosofia, com “Auto-engano” e “Felicidade”. Voltou para a economia, com “o mercado das crenças” e ficou no meio termo, com o “o valor do amanhã” – que se transformou em série do “Fantástico”. Este brilhante “Livro das citações” é o resultado de trinta anos de leitura atenta, concentrada, dedicada de Eduardo Giannetti. O mais legal é o jeito que o Edu bolou para separar as citações, em quatro grandes grupos: Ler, escrever e ser compreendido. Formação de crenças e busca do conhecimento. Ética pessoal: vícios, virtudes, valores. Ética cívica: economia, sociedade, identidades. Olha, são tantos autores, tantos pensamentos geniais que fico com a última frase, do livro, do filósofo pascal, dita no século dezessete: A última coisa que descobrimos ao escrever um livro. É o que devemos pôr em seu final. Leiam “O livro das citações”, de Eduardo Giannetti, mais uma bela edição da companhia das letras.