O livros pocket book sempre foram os vilões do mercado editorial brasileiro. Todo mundo de bom senso cansou de dizer que eles eram a solução para o alto preço do livro, no Brasil. Mas as editoras sempre alegaram que era um mau negócio, que não vendia. Apenas a Elepeeme, do Rio Grande Do Sul, investia, utilizando-se do acervo disponível em domínio público, como Machado De Assis, Balzac, etc. Hoje a situação é bem diferente. As grandes livrarias firmaram posição e tem edições de bolso. A Companhia das Letras tem a edições do bolso e a Record, a edições best bolso. Os dois seguem a linha norte-americana, ou seja, pegam os livros antigos dos autores de seu catálogo e reeditam. A companhia tem Saramago, Amyr Klink, Drauzio Varela. A Record, tem Umberto Eco, Anne Frank, Isabel Allende, Albert Camus. Olha, na minha opinião, falta ousadia às editoras. O livro de bolso é a solução para diminuir o preço do livro. Porque não, ao invés de lançar livros antigos, as editoras não lançam títulos novos, de grandes autores, só para popularizar mais ainda este formato? Ah, pra não conter injustiça, a Jorge Zahar faz um pouco isso. Mas com preços bem salgados, que flutuam entre dezenove e setenta reais… Com a palavra, os editores.