Eu quero falar sobre o Zuenir Ventura. Zuenir Ventura, esse jornalista fundamental, cuja opinião serviu de base para a formação de ideologias, de pensamentos, nessas quase três décadas no Brasil, escreveu, em 1988, o livro “1968 – O ano que não terminou”. Esse livro, que também é uma referência quando se trata de maio de 68, foi, de uma certa forma, atualizado por Zuenir Ventura, e sairá agora em maio, com o título de “1968 – 40 anos depois, o que fizemos de nós?”. Zuenir nesse novo trabalho decompõe as lições que o maio de 68 deixou para nós e nos trouxe uma espécie de legado. Ou seja, o que ficou na vida, na literatura, na publicidade, na comunicação, e nos costumes, daquele momento mágico do mundo, onde a liberdade era alternativa básica?