Tarso de Castro

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Acabo de ler um excelente perfil de Tarso de Castro, escrito por Fred Sutter na revista da Joyce Pascowitch. Uma beleza de texto, que narra a trajetória do criador do Pasquim.
Como disse o Fred, na matéria, Tarso era polêmico, atrevido, irreverente, muitas vezes cruel, mulherengo e absolutamente talentoso. Um homem que viveu intensamente, sempre cercado por polêmicas e projetos ousados. Amigo de Chico Buarque, Glauber Rocha, Caetano Veloso e toda uma geração de artistas, enfrentou de peito aberto a ditadura militar.
Otto Lara Resende dizia que ele era o menos convencional dos homens.
Conheci o Tarso no final de sua vida, dirigindo O Nacional, a sua última aventura jornalística. Ele participou uma vez do Sempre Um Papo, em 86, no saudoso Cabaré Mineiro.
Recomendo o livro Tarso de Castro: setenta e cinco kilos de músculos e fúria, escrito por Tom Cardoso, ou a leitura do seu perfil, na revista da Joyce Pascowitch. Vale a pena conhecer a história do Tarso, que revela uma outra face dos “anos de chumbo”.