Por favor, leiam o artigo de Flávio Paiva no site Cultura e Mercado, intitulado “Criativo Como, Cara Pálida”. No centro da questão, a propriedade intelectual, ou seja, o direito autoral, principalmente na internet.
Todo sabem o que aconteceu com a música, ou seja, a pirataria tomou conta. Duvido que tenha algum músico que viva da venda de cedês, atualmente. E eu pergunto: quem pode garantir que isso não vai acontecer com a literatura? O e-book está aí. O audiolivro, chegando forte.
E vocês sabem o que é copyleft? É um trocadilho com copyright, consagrado como direitos de autor. O copyleft propõe a quebra das barreiras jurídicas de utilização, difusão e modificação da obra criativa. Na prática, o autor perde o direito sobre a sua criação, quando ela cai na rede. Inventa-se um mundo falsamente colaborativo, supostamente em redes sociais, com apenas um objetivo: acabar com os rendimentos do autor.
São gigantescos os interesses empresarias neste modelo que beneficia a indústria e acaba com a propriedade intelectual no mundo artístico. Não caiam nesta conversa tosca, cheia de jargões jurídicos e falsamente humanitários, como os utilizados na conversa fiada da ONG norte-americana “Criative Commons” que pede aos autores para renunciar aos seus direitos de autor. E pasmem: Ministério da Cultura, na gestão do Gilberto Gil, adotou esta posição como “diretriz básica”.
Leiam o artigo de Flávio Paiva no site www.culturaemercado.com.br