O marianense Fernando Morais é um orgulho para Minas Gerais. A rima é rica, mas eu repito esta frase, por onde for, no mundo. Estou acompanhando, dia-a-dia, o sucesso internacional do livro “O Mago”, a biografia do Paulo Coelho que o Fernando escreveu. “O Mago” será traduzido em 21 idiomas de 47 países. E prestem atenção: pelas mais importantes editoras do mundo: nos Estados Unidos, Inglaterra, Canadá e Austrália sairá pela gigante Happer Collins. No mundo hispânico pela Planeta, na França pela Flammarion e na Itália pela Bompiani. Aliás, tive a honra de realizar o lançamento da edição espanhola de “El Mago“, em novembro, na Casamerica, em Madrid. Foi um sucesso que ganhou página inteira do jornal El País.
Fernando Morais está, finalmente, tendo o reconhecimento que merece há muito tempo. Só pelos livros “Olga” e “Chatô, o Rei do Brasil”, ele mereceria esta frase. Mas ele escreveu ainda “A Ilha”, “Corações Sujos”, “Cem Quilos de Ouro”, “Na Toca dos Leões” e “Montenegro”. Em breve, virá a biografia de Antonio Carlos Magalhães, de quem ele tem quilos de documentos e centenas de horas de entrevistas gravadas com o polêmico senador durante nove anos.
E agora fiquei sabendo de uma justíssima homenagem que será prestada a ele: a criação da Fundação Casa de Fernando Morais, em Mariana, sua terra natal – para onde será transferida sua biblioteca de 4 mil volumes e todo o acervo que ele acumulou ao longo de 45 anos de jornalismo e literatura. Leiam toda a obra de Fernando Morais. E conheçam melhor a história do Brasil.
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