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Schwarza, do Poligonautas, lança livro em Araxá

24 de outubro de 2018

O “Sempre um Papo” leva a Araxá, pela primeira vez, o escritor e youtuber Schwarza, criador do “Poligonautas”, canal de ciência no YouTube com mais de 800 mil seguidores para o debate e lançamento do livro “Do Átomo ao Buraco Negro” (Planeta).

O evento será no dia 07 de novembro, quarta-feira, às 19h30, no Campus do Uniaraxá, com entrada gratuita. O “Sempre um Papo” tem o patrocínio da CBMM, via Lei federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. Esta atividade faz parte da “Parada da Leitura” do Uniaraxá.

Depois de inventar a roda, aprender a manipular o fogo, desbravar os sete mares e espalhar sua presença pelo globo terrestre, o ser humano passou a mirar o céu: era o novo oceano a ser explorado.

De lá pra cá muita coisa aconteceu e a curiosidade sobre o Universo só aumentou. Para nos ajudar nesta expedição, o autor e divulgador científico Schwarza embarca numa jornada que tem início no caótico universo quântico, passando por objetos que vão de planetas a buracos negros de tamanhos que desafiam a nossa imaginação.

Em “Do átomo ao buraco negro – para descomplicar a astronomia”, entenda como funcionam as estrelas, galáxias, quasares, planetas e mais de 60 objetos astronômicos, em um livro que vai além do que os seus olhos podem ver.

SCHWARZA

Schwarza é divulgador científico e criador do Poligonautas, canal de Ciência e Astronomia no YouTube, com mais de 800 mil seguidores. Estudou Astronomia geral, Dinâmica e Evolução Estelar e Reconhecimento do Céu na Escola Municipal de Astronomia e Astrofísica (EMA), além do curso para professores no instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo ( IAG/USP). É associado pela Sociedade Astronômica Brasileira ( SAB) e viaja pelo Brasil com o intuito de descomplicar a astronomia.

Acredita que estudar o cosmos causa uma revolução interna irreversível. Nos conecta com o tempo , espaço e elementos que um dia foram fundidos no interior das estrelas e que hoje nos constituem. Olhar para o céu é olhar para nós mesmos.

 

 

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